O tratado da Morte

O Tratado da Morte

Chegou sem pedir licença, não se fez de rogado e já deu a sentença. O caso é complicado, exige clemência, mas a morte é o destino dos que andam nessa corda bamba que é a vida. Chega mais perto, deixa a roda de samba, não tem tempo pra despedida. A gente vai de barco, as águas são fundas. A gora você descobre o destino de tanta lágrima escorrida. Ouve os gritos? Ouve os sussurros? São algumas almas em apuros, mas não há de ser pra sempre. Aqui só se afoga quem quer, só sofre quem esquece que um dia teve o amor de alguém, um alicerce. Fica tranqüilo que hoje você não rema, mas o seu lugar tá reservado. São muitas idas e vindas, não há ninguém que não tenha trabalhado. E se encontrar um conhecido que já fique claro e avisado: as diferenças ficam por conta do vivido, aqui não vale papel assinado.

_MG_9775 Cópia de _MG_9784 _MG_9908 _MG_9907 _MG_9904 _MG_9872 _MG_9867 _MG_9843 _MG_9832Direção e Video – Padre
Coreografia – Renata DG & Marilia Curtolo
Poema – Gabriela Ladeira
Musica – Pedro Iafelice

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